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A prata que valeu 3 ouros!

Dizem os experts que a medalha de bronze se conquista com uma vitória e a de prata com as lágrimas de uma derrota.

Nunca uma medalha de prata fez tão bem a um esporte como ao vôlei brasileiro.

Após o Mundial de 82 na Argentina, o “boom” desse esporte tomou conta do país. E Renan dal Zotto, hoje técnico da seleção masculina, fez parte dessa geração, que mudou os rumos da modalidade  no Brasil e também no mundo.

A histeria feminina nos ginásios após essa conquista teve em Renan um de seus primeiros alvos. Que se seguiu anos após com Giovanni, Giba e outros.

Mas Renan, juntamente com William e Montanaro foram precursores de uma jogada que ficou enraizada no vôlei até os dias de hoje.

O saque “Viagem”, que começou como uma brincadeira e é hoje uma “arma” letal de qualquer equipe. Inclusive no vôlei feminino.

Tido como um jogador universal, Renan jogava em todas as posições e dominava todos os fundamentos.

Recepcionava, defendia, passava, levantava e principalmente, atacava como poucos.

Hoje como treinador da seleção, sabe da dura missão que terá pela frente. Vai substituir um vencedor. As comparações serão inevitáveis.

Mas demonstra a tranquilidade de quem se preparou.

E a torcida será grande como sempre. Rumo a mais uma medalha, que seria a quarta em Olimpíadas.

Como em épocas de Copas do Mundo de futebol surgem Romários, Ronaldos, Arthur (nome do Zico), homenagem dos pais aos grandes ídolos, terá Renan um torcedor especial.

Meu filho, que tem o nome desse ícone do vôlei, que tantas alegrias nos deu e com certeza ainda nos dará, agora em outra função.

O nosso vôlei está em boas mãos.

Por: Vitor Hugo Rodrigues

 

 

Dividas por Gabriel

A direção do Corinthians busca alternativas de solucionar pendências que envolvem o volante Gabriel, adquirido no início do ano após passagem pelo Palmeiras. São dívidas de dois tipos: o Corinthians acordou pagar parceladamente R… – Veja mais em https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/06/26/dividas-por-gabriel-deixam-corinthians-em-alerta-lazio-faz-sondagem.htm?cmpid=copiaecola

A prata que valeu 3 ouros

Dizem os experts que a medalha de bronze se conquista com uma vitória e a de prata com as lágrimas de uma derrota.

Nunca uma medalha de prata fez tão bem a um esporte como ao vôlei brasileiro.

Após o Mundial de 82 na Argentina, o “boom” desse esporte tomou conta do país. E Renan dal Zotto, hoje técnico da seleção masculina, fez parte dessa geração, que mudou os rumos da modalidade  no Brasil e também no mundo.

A histeria feminina nos ginásios após essa conquista teve em Renan um de seus primeiros alvos. Que se seguiu anos após com Giovanni, Giba e outros.

Mas Renan, juntamente com William e Montanaro foram precursores de uma jogada que ficou enraizada no vôlei até os dias de hoje.

O saque “Viagem”, que começou como uma brincadeira e é hoje uma “arma” letal de qualquer equipe. Inclusive no vôlei feminino.

Tido como um jogador universal, Renan jogava em todas as posições e dominava todos os fundamentos.

Recepcionava, defendia, passava, levantava e principalmente, atacava como poucos.

Hoje como treinador da seleção, sabe da dura missão que terá pela frente. Vai substituir um vencedor. As comparações serão inevitáveis.

Mas demonstra a tranquilidade de quem se preparou.

E a torcida será grande como sempre. Rumo a mais uma medalha, que seria a quarta em Olimpíadas.

Como em épocas de Copas do Mundo de futebol surgem Romários, Ronaldos, Arthur (nome do Zico), homenagem dos pais aos grandes ídolos, terá Renan um torcedor especial.

Meu filho, que tem o nome desse ícone do vôlei, que tantas alegrias nos deu e com certeza ainda nos dará, agora em outra função.

O nosso vôlei está em boas mãos.

Por: Vitor Hugo Rodrigues

 

 

O LEÃO DA MONTANHA ATACA

Torcer contra os melhores é uma atitude normal do público.

Essa máxima não conta quando está em quadra Roger Federer.

Mesmo contra tenistas inferiores tècnicamente e abaixo dele no

ranking,  é curioso observar o carisma deste suiço da Basiléia.

Detentor de vários recordes e títulos, mesmo assim, nota-se o carinho do público para com Federer.

Com 18 Grand Slam, 26 Master 1000, 6 conquistas do Tour Finals,

que reúnem os 8 melhores do ano, é incansável a busca de Roger pela vitória. Na grama sagrada de Wimbledon ergueu o troféu por 7 vezes, sendo seu maior vencedor.

Considerado por muitos o maior de todos os tempos, é impossivel falar de Federer sem citar seus números.

Liderou o ranking das ATP por 302 semanas, pulverizando o recorde anterior   de 286 semanas que pertencia a Pete Sampras.

Os jogos Olímpicos também foram contemplados com seu brilho.

Foi medalha de ouro em Pequim/08 e prata em Londres/12.

Dado como acabado após sucessivas contusões, retornou em grande estilo em janeiro deste ano e conquistou o Aberto da Austrália, vencendo seu maior algoz, o espanhol Rafael Nadal.

Fãs confessos ou não, os amantes do tênis sabem que estão assistindo as últimas exibições deste gênio da bolinha amarela. Com certeza seus seguidores se pudessem, bradariam:

“Vida longa ao Rei”.

Por: Vitor Hugo Rodrigues

 

 

O leão da montanha ataca!


Torcer a favor dos mais fracos é uma atitude normal do público.

Mas essa máxima não conta quando Roger Federer está em quadra.

Seu carisma e genialidade, o tornaram um dos mais queridos tenistas do circuito.

Detentor de 18 conquistas de Grand Slam, além de 26 Master 1000, Roger tem ainda 6 titulos do Tours Finals. Esse torneio conta com os 8 melhores do ano. Sem deixar de lembrar de Wimbledon onde o suíço levantou a taça por 7 vezes.

Recordes, números e Federer caminham lado a lado.

Para sua conta, tem ainda a liderança quase que insuperável de 302 semanas na liderança do ranking da ATP, deixando para trás as 286 semanas de Pete Sampras.

Brilhou também nos jogos Olímpicos, onde foi ouro em Pequim/08 e prata em Londres/12.

A outra conta, essa a bancária, foram abastecidas com a “bagatela” de 104 milhões de dólares, ao longo de sua vitoriosa carreira.

Ao vencer o espanhol Nadal no Aberto da Austrália no início do ano, calou os pessimistas que o tinham como acabado. Além de ganhar de seu maior algoz, retornou em grande estilo após sucessivas contusões.

Os amantes do tênis sabem que estão assistindo às últimas exibições desse que é considerado por muitos o maior de todos.

Mas se seus fãs, seguidores e súditos pudessem lhe pedir algo, decerto diriam:

“Vida longa ao rei”.

Por: Vitor Hugo Rodrigues

O leão da montanha ataca!

Torcer a favor dos mais fracos é uma atitude normal do público.

Mas essa máxima não conta quando Roger Federer está em quadra.

Seu carisma e genialidade, o tornaram um dos mais queridos tenistas do circuito.

Detentor de 18 conquistas de Grand Slam, além de 26 Master 1000, Roger tem ainda 6 titulos do Tours Finals. Esse torneio conta com os 8 melhores do ano. Sem deixar de lembrar de Wimbledon onde o suíço levantou a taça por 7 vezes.

Recordes, números e Federer caminham lado a lado.

Para sua conta, tem ainda a liderança quase que insuperável de 302 semanas na liderança do ranking da ATP, deixando para trás as 286 semanas de Pete Sampras.

Brilhou também nos jogos Olímpicos, onde foi ouro em Pequim/08 e prata em Londres/12.

A outra conta, essa a bancária, foram abastecidas com a “bagatela” de 104 milhões de dólares, ao longo de sua vitoriosa carreira.

Ao vencer o espanhol Nadal no Aberto da Austrália no início do ano, calou os pessimistas que o tinham como acabado. Além de ganhar de seu maior algoz, retornou em grande estilo após sucessivas contusões.

Os amantes do tênis sabem que estão assistindo às últimas exibições desse que é considerado por muitos o maior de todos.

Mas se seus fãs, seguidores e súditos pudessem lhe pedir algo, decerto diriam:

“Vida longa ao rei”.

Por: Vitor Hugo Rodrigues

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O LEÃO DA MONTANHA ATACA

Torcer a favor dos mais fracos é uma atitude normal do público.

Mas essa máxima não conta quando Roger Federer está em quadra.

Seu carisma e genialidade, o tornaram um dos mais queridos tenistas do circuito.

Detentor de 18 conquistas de Grand Slam, além de 26 Master 1000, Roger tem ainda 6 titulos do Tours Finals. Esse torneio conta com os 8 melhores do ano. Sem deixar de lembrar de Wimbledon onde o suíço levantou a taça por 7 vezes.

Recordes, números e Federer caminham lado a lado.

Para sua conta, tem ainda a liderança quase que insuperável de 302 semanas na liderança do ranking da ATP, deixando para trás as 286 semanas de Pete Sampras.

Brilhou também nos jogos Olímpicos, onde foi ouro em Pequim/08 e prata em Londres/12.

A outra conta, essa a bancária, foram abastecidas com a “bagatela” de 104 milhões de dólares, ao longo de sua vitoriosa carreira.

Ao vencer o espanhol Nadal no Aberto da Austrália no início do ano, calou os pessimistas que o tinham como acabado. Além de ganhar de seu maior algoz, retornou em grande estilo após sucessivas contusões.

Os amantes do tênis sabem que estão assistindo às últimas exibições desse que é considerado por muitos o maior de todos.

Mas se seus fãs, seguidores e súditos pudessem lhe pedir algo, decerto diriam:

“Vida longa ao rei”.

Por: Vitor Hugo Rodrigues